quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

RUBRO-NEGRO EU SOU ATÉ O FIM!



Lembro pouca coisa da minha primeira, mas ela foi na antiga Baixada, na época da “Kyocera Arena”. Depois disso demorei a voltar a um estádio, como aprendi a gostar de futebol por conta própria, era mais difícil de alguém me levar pra ver me time jogar.

Anos se passaram e o meu amor pelo Furacão só foi crescendo, a loucura e o fanatismo também. Quando voltei a frenquentar um estádio já tinha meus 18 anos de idade e dona do meu próprio nariz “meti o louco”. 

O Joaquim Américo estava em reforma para a copa do mundo de 2014 e o Atlético mandava seus jogos na Vila Capanema (Estádio do Paraná Clube). 

O meu “primeiro jogo foi um duelo entre Atlético PR e Palmeiras pelas oitavas de final da Copa do Brasil de 2013. O rubro-negro havia perdido 1x0 na casa dos porcos.

Foi um dos dias mais felizes de toda a minha vida, acho que nunca vou esquecer. Naquela noite fria de agosto em Curitiba, vi meu time ganhar pelo placar de 3x0 com dois gols de Edershow e um do veio Baier. Eliminamos o Palmeiras da Copa do Brasil e depois daquele dia o meu amor que já não era pequeno, só aumentou! Shopping não me pega, parque eu não gosto. O meu lugar é na arquibancada!


Vanusa Caetano, Por Deus, Pela Família, Pelo Atlético!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Tricolor do Morumbi




"A primeira vez que fui ao estádio, foi aos meus 18 anos. Sempre foi um sonho ver de perto um jogo do meu Tricolor, mas como são os sonhos, me parecia algo bem distante. Meu pai, mãe, familiares, nunca tinham ido a estádio, e eu tbm não tinha amigos que tinham esse hábito. 
Mas foi no meu primeiro emprego, que conheci um anjo chamado Rafael, que vendo meu entusiasmo toda vez que falava do São Paulo, me convidou para ver um jogo do Soberano. Lembro que era um jogo de Libertadores, e quando entrei naquele lugar... Ahhh Lembro de ter sentido a melhor sensação da minha vida. Tive o que eu achava que seriam segundos de encantamento. Vendo aquela grandeza, as luzes, o gramado, a torcida... Mas nao foram apenas segundos, são todos os segundos, minutos, horas que passo lá dentro. Meu encantamento pelo morumbi nunca passou. Lá estava eu, na arquibancada azul, estádio lotado de torcedores iguais a mim, de pessoas que amam o São Paulo,
De pessoas que dividem o mesmo sentimento que o meu. 
Quando meus olhos depararam com aquilo tudo, e ao decorrer do jogo, da motivação da torcida, eu tive a certeza, de que não importaria quantos lugares eu conhecesse no mundo, aquele, seria o meu lugar preferido ! 
Foi a primeira vez e foi mágica, foi com vitória, e dai em diante nunca mais deixei de ir ao estádio. O Cícero Pompeu de Toledo e eu temos muitos dias de vitórias, muitas histórias emocionantes, e aquilo que parecia distante, se tornou essencial. Até sozinha eu passei a ir, mas isso eu conto na próxima ! 😉"

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

A primeira vez a gente nunca esquece


 Praticamente toda menina quando nasce, é rotulada com lacinhos, coisas rosas e de "meninas" e principalmente não ver futebol, e comigo não foi diferente.

Sempre era louca para ir ao estádio, via a torcida cantando de uma forma inexplicável apoiando o time a cada jogo, e eu queria fazer parte disso.

Todo jogo do Galo em casa, eu implorava minha mãe para deixar eu ir e ela sempre vinha com um "Futebol não é coisa de menina" "Em estádio só tem marginal" entre outras coisas típicas da maioria das mães.

E foi assim, ate que certo dia meu irmão chegou em casa falando que ia pro jogo e ia me levar com ele, já que eu não parava de reclamar quando ele ia e me deixava em casa.

02•12•12, uma das melhores datas da minha vida. Era um clássico no Independência contra o Cruzeiro, meu primeiro jogo e é um clássico, não tinha emoção maior.

Chegando perto do estádio, imaginei como seria a festa da torcida, aquelas coisas que se via na televisão. Mas chegando nas redondezas percebi que não era nada do que eu imaginava.

Vi a torcida cantando, uma coisa de louco, empurrando o time os 90 minutos, pessoas chorando ao meu lado com cada lance do jogo. Realmente algo inexplicável.

Num jogão movimentado, com vários gols e expulsão pros dois lados, o Galo saiu com a vitória por 3x2 e terminamos o Brasileirão na vice-liderança, com 72 pontos, atrás do Fluminense, que somou 77.

Fui crescendo e me apaixonando cada fez mais pelo meu time e pela arquibancada, lá era meu lugar, eu me sentia bem. Na bancada vivenciei melhores e piores momentos da minha vida, como aquela derrota amarga pro rival ou aquela classificação sofrida do nosso time. Lá é meu lugar e agora ninguém pode me impedir.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

O aniversário é de São Paulo, mas quem comemora é o Corinthians






Tendo a melhor campanha do campeonato o Corinthians conquistou o décimo titulo da Copinha. Treinada por Osmar Loss, a equipe marcou trinta gols nessa competição, contando em media três gols por jogo.

O Destaque do Timãozinho foi o Carlinhos que já está na base profissional do Clube e marcou onze gols. Também tem o Pedrinho, jovem de 16 anos que deu show na Copinha  com gols e assistências.

Com uma boa participação da torcida desde o primeiro jogo, o Timão jogou os primeiros jogos em Taubaté e quando chegou na fase mata-mata jogou em Barueri, contra o Internacional pelas oitavas, Flamengo pelas quartas e Juventus-Sp pela semi. Já a final contra o time do Batatais o Corinthians jogou no estadio do Pacaembu, e mataram a saudade da famosa ' Maloka Querida ' Nome dado carinhosamente pelo torcedor corintiano

Com esse titulo, o Corinthians foi Deca Campeão da Copa Sp (1969, 70, 95, 99, 2004, 2005, 2009, 2012, 2015 e 2017)
Sendo finalista a quatro anos seguidos  a equipe Paulista venceu o time do Batatais por 2 a 1 com gol  do artilheiro Carlinhos, Marquinhos ( Corinthians)  e Douglas Pote ( Batatais).         
             

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Descobri que era futebol, foi amor a primeira vista, ou melhor ao primeiro gol!




Desde quando me conheço por gente, eu sempre fui apaixonada pelo futebol, o meu primeiro contato com esse esporte foi em 2002 na final Santos x Corinthians, aquele fatídico jogo que trouxe o título brasileiro para nós, eu tinha 6 anos de idade, mal sabia o que era aquilo, mas eu vi meus tios chorarem feito crianças quando o Santos ergueu a taça, da para imaginar um bando de marmanjos chorando ao ver aquela cena?! Foi a primeira vez que vi meus tios chorarem, então a partir daí quis saber o que era aquilo que havia deixado eles assim.

Descobri que era futebol, foi amor a primeira vista, ou melhor ao primeiro gol, passei a acompanhar o Santos e o futebol de forma avassaladora, me apaixonava cada vez mais, a cada jogo, a cada lance, a cada gol. Descobri também que quando você é mulher, você enfrenta milhões de preconceitos tanto dentro quanto fora de casa por gostar de desse esporte,discriminação, olhares tortos, mas descobre também que por trás de tudo isso existe amor, união, amizade, o futebol vai muito além de qualquer coisa! 

Enfim, conforme eu fui crescendo e entendendo isso eu sempre quis ir ao jogo, ligava a TV e via a festa da arquibancada, prometia para mim mesma que um dia faria parte daquele festa, óbvio que minha mãe não deixava eu sequer chegar perto de um estádio, poderia chorar, ajoelhar, implorar, mas tudo que eu ouvia era: Não é lugar para menina! Até que um dia, o destino ou sabe-se lá o que, me apresentou para o estádio. 

Foi no dia 05/02/2012, o Santos jogaria contra a Ponte Preta no estádio perto da minha casa a Arena Barueri, eu tinha 16 anos, pensei em pedir para minha mãe, mas já sabia a resposta, pensei em ir escondida, mas logo, pensei nas consequências desse ato e mudei de idéia kkkk. Já havia até desistido de ir ao jogo, quando minha tia chegou em casa dizendo que iria, da para imaginar como os meus olhos brilhararam?! Meu coração disparou, parou e quase tropeçou, já fui logo dizendo que iria também, combinamos tudo! Foi uma galera, minhas tias, meus tios e meus primos. Ao caminho do estádio eu só imaginava como seria a emoção de está lá,  como seria os jogos de "perto", como seria a torcida e afins. Acontece que a minha imaginação não chegou nem perto do que realmente é o estádio, aquilo é surreal, do lado de fora já escutava-se os cantos da torcida, aquelas músicas arrepiavam a alma.

Que emoção era aquela?! Inenarrável, algo que vem de outro mundo, o jogo foi maravilhoso, 6 x 1 para o meu Peixão, com direito ao show do menino Neymar e companhia. De lá pra cá passei a ir com frequência, há quase cinco anos eu frequento as arquibancadas seguindo o meu Santos,  a cada jogo parece ser o primeiro!

Carla, Santista, SP.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Campeões, eternos guerreiros!



Depois de quase dois meses da tragédia da Chape, que perdeu seu elenco, sua diretoria e o seu maior sonho de conquistar a sul-americana, chegou a vez deles entrarem em campo.

Depois de tantas solidariedades por parte de todo o mundo, chegou o dia em que vários lugares iriam parar pra poder ver o duelo dos alviverdes. Palmeiras e Chapecoense fizeram um jogo esperado por muitas pessoas amantes do futebol.

21 de Janeiro de 2017, dia que íamos conhecer o novo elenco e técnico que irá continuar o legado do time de Santa Catarina. 

Em um jogo cheio de homenagens, com transmissão em rede nacional e com a narração de Galvão Bueno, tivemos a presença dos três jogadores sobreviventes da terrível tragédia; O zagueiro Neto, o laterial esquerdo Alan Ruschel e o goleiro Jackson Follmann e a família dos jogadores e comissão técnica que faleceram na tragédia para poder receber a medalha de campeões da Sulamericana além de erguer a taça e mostrar um novo recomeço.

Depois de várias homenagens, e apresentação do elenco, a bola rolou e o time de Conda mostrou que vão lutar por mais títulos para os seus torcedores.

Com um jogo bem movimentado para os dois lados, terminou em 2x2 com gols de Douglas Grolli e Amaral pro lado da Chape e Raphael Veiga e Vitinho pro Palestra Itália. 

Em um jogo da Amizade, assim chamado, foi um jogo esperado por várias pessoas. É inexplicável a sensação de ver um grande clube se reerguer com poucos dias e conseguir unir várias torcidas e pessoas em todo o mundo.

És imortal, grande Chapecoense!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Ô meu pai, eu sou Cruzeiro meu pai


É muita emoção saber que você vai ver seu time de tão perto e que estará ao redor de pessoas com a mesma paixão, que no jogo podem ser considerados seus amigos, e por que não, seus melhores amigos. 


Nunca estive tão ansiosa para ir à BH, não via a hora de adentrar no tão sonhado Gigante da Pampulha, o nosso Mineirão. 


É difícil descrever o que senti no momento em que entrei no estádio onde meu time tem inúmeras conquistas e vitórias. Foi um momento incrível, estava realizando um sonho de criança. Era a reinauguração do novo Mineirão, então tinha tudo para ser um especial, porque não era apenas um jogo, era um grande clássico. Não tinha emoção e ansiedade só por ser meu primeiro jogo, tinha também por ser o maior clássico de Minas Gerais. A adrenalina era surreal, a melhor coisa que senti na minha vida.


Quando vi o Cruzeiro entrar em campo pela primeira vez e o bandeirão da Máfia Azul levantar, fiquei extremamente arrepiada e emocionada, era uma vibe incrível, muita felicidade em estar ali naquele momento.


A torcida gritando "CRU ZEI ROOOO", pessoas chorando ao meu lado. Cada minuto que se passava, a adrenalina e o nervosismo aumentavam. Não foi um belo começo de jogo, pois o Atlético saiu na frente com um gol de pênalti, mas eu estava feliz em estar ali, independente de qual seria o resultado. Não parei sequer um minuto de cantar, continuei apoiando meu Cruzeiro querido até que viramos o jogo e foi uma incrível goleada por 4x1. A torcida toda estava enlouquecida. Inclusive eu, queríamos dose dupla da maior goleada, o 6x1. Não teve, mas foi um belo jogo. 


Sim, 28 de Julho de 2013 foi o melhor dia da minha vida, conheci pela primeira vez o Mineirão, pude ver meu time do coração e meu ídolo Fábio. Sou muito grata ao meu pai, não só pela oportunidade de ter me levado, mas também por ter me feito Cruzeiro. 

Ô meu pai,  eu sou Cruzeiro meu pai 💙🎵 

Eu sou Cruzeiro até morrer e para sempre eu vou te amar e o galinheiro eu vou queimar, dá-lhe dá-lhe Cruzeirooo 

Vitória Gomes, MG, Cruzeiro.

SÃO PAULO COMEMORA SEUS 88 ANOS E É CAMPEÃO DA COPINHA PELA 4° VEZ

É DIA DE COMEMORAR EM DOBRO.. A equipe tricolor paulista venceu pela quarta vez o titulo da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2019....